Palácio Nacional de Mafra

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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A UNESCO monitora este artigo.


Palácio Nacional de Mafra é uma grande obra megalomaníaca na cidade de Mafra, em Portugal, que consegue ser ao mesmo tempo uma igreja, um convento, uma basílica, um palácio, uma biblioteca, um parque de caça, um restaurante, um bunker anti-zumbis, farmácia e um hotel. É considerado como uma das maravilhas de Portugal, um país pequeno e periférico que as vezes tem surtos de grandeza aí constrói essas coisas que, aliás, em 2019 acabou virando patrimônio mundial.

História[editar]

Mais uma obra superfaturada megalomaníaca em Portugal. Ou você acha que o brasileiro puxou de onde essa tendência para corrupção?

O complexo foi construído a mando de D. João V em 1717 por motivos óbvios apenas a nós lusitanos e brasileiros acostumados com palhaçadas similares. Quando o governo decide construir uma obra gigantesca pra nada, como um estádio de futebol pra Copa ou uma super-palácio, para que mais fazem isso senão para lavar dinheiro em licitações fraudulentas enquanto fazem superfaturamento. O fato é que a cidadezinha de Mafra nunca foi nada de mais e nunca houve qualquer motivo válido para se construir ali um palácio maior que todo o restante da cidade. Disse D. João V que era porque Lisboa já não tinha espaço mais. A obra foi um sucesso, foi erguida rapidamente às custas ouro roubado do Brasil e o povo português mesmo sem entender a necessidade daquilo também não boicotou (apatia muito similar a um certo povo latino-americano).

A inauguração se deu em 1730, embora ainda estivesse em obra. Portugal até então era o único país do mundo que inaugurava obras inacabadas, até o Brasil ficar independente e tornar-se o segundo país do mundo a adotar esse tipo de prática.

Palácio[editar]

O palácio é o mais amplo espaço do complexo, utilizado pelos reis portugueses da Dinastia Bragança quando estes necessitavam realmente sentir-se reis, o que significa morar em um local desnecessariamente suntuoso. O problema do palácio é que lá só tem azeite e nenhum bacalhau, por isso os reis gostavam de passar apenas as férias ali. Mas o que mais se destaca no interior desse palácio são as inúmeras salas gigantescas com nada dentro cheias de espaços vazios, incluindo o salão do trono. Isso ocorre porque D. João V se esqueceu que Portugal não tem lá coisas tããão interessantes assim que pudessem preencher um aplácio de 37 790 m². As coleções de esculturas, quadros e mobílias só servem para tornar as paredes do palácio um negócio carnavalesco.

Basílica e convento[editar]

Em anexo ao palácio está a basílica onde moram os freis e padres da Ordem Piriripiririana do Monastério da Santíssima Santa dos Santos Advocatícios. Estes freis tem votos de não falar, não fazer sexo e não comer bacalhau, ficam reclusos nas duas torres onde ali tocam seus sinos, e nos intervalos ficam polindo o maior carrilhão da Europa que está ali.

O lugar também é morada de freiras Ordem das Freiras cegas ninjas tocadoras de piano de Acapulco.

Biblioteca[editar]

A Sala dos Cornos é uma atração a parte. Não é de hoje que português sempre se orgulhou de ver suas Marias com outros.

Há ainda uma biblioteca que ninguém visita, cuja única serventia é manter livros milenares reunindo . Ali estão os manuscritos originais de Bocage que trazem inclusive ilustrações, muitas de caralhinhos voadores. Claro que a coleção também inclui a comédia satírica Memorial do Convento, de José Saramago que narra a vida nesse próprio palácio.

Jardim do Cerco e Parque de Caça (Tapada)[editar]

Nos arredores do palácio está o Jardim do Cerco, uma área com uma horta para plantar maconha (apenas para fins de subsistência dos próprios monges, sendo proibido o comércio), um pomar para colher azeitonas (a dieta dos mesmos monges, que são azeitonas com azeite fritas no azeite, e tanques de água para pescar bacalhau (esses sim para comércio, porque os freis tem votos de não comer bacalhaus).

É também nesse espaço que está o Tapada Nacional de Mafra, uma área para caçar javalis e viados. A prática foi extinta depois que viados foram considerados seres humanos a partir de 1981.